A cada 15 segundos, uma mulher brasileira sofre agressão, será espancada ou violentada, dentro de sua própria casa.
A Primeira Tenente Dentista Luci Belão, da Polícia Militar do Paraná, apresentou esses dados da Fundação Perseu Abramo na palestra que fez na SIPAT - Semana Interna de Prevenção de Acidentes - da Paraná Clínicas.
Pode-se mesmo dizer que, para essas mulheres, sair de casa é mais seguro que permanecer nela. São mulheres de idade entre 20 e 39 anos, agredidas por maridos e companheiros.
Para ler mais, clique em um dos links abaixo:
Uma mulher é agredida a cada 15 segundos no Brasil
http://www.consumidorrs.com.br/rs2/inicial.php?case=2&idnot=11250
http://www.sissaude.com.br/sis/inicial.php?case=2&idnot=7959
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Wednesday, September 01, 2010
Thursday, August 12, 2010
Eliza e sua morte anunciada
Cecilia Maria Bacellar Sardenberg, coordenadora do site Observe - Observatório da Lei Maria da Penha -, comenta o machismo que levou ao desaparecimento de Eliza Samúdio. Impressiona saber que, quando a moça pediu proteção à Justiça, a juíza que analisou o processo afirmou que atender a seu pedido seria "banalizar a lei Maria da Penha", acrescentando que esta "tem como meta a proteção da família, seja ela proveniente de união estável ou do casamento, bem como objetiva a proteção da mulher na relação afetiva, e não na relação puramente de caráter eventual e sexual".
Não são apenas as "santas esposas" que precisam de proteção. Toda mulher ameaçada precisa ter sua vida protegida, simplesmente porque é mulher e está exposta ao machismo.
Eliza não podia ser julgada por ter participado de filmes eróticos, ou por ter tido "affaires" com quantos homens quis. A vida era dela. Errou a Justiça, gravemente, e a polícia, que não a protegeram. Erramos todos nós, que aceitamos deixar de proteger as Elizas do Brasil.
Leia:
As Elizas do Brasil e Suas Mortes Anunciadas
| Cecilia Maria Bacellar Sardenberg | Observe | 11-08-2010 |
http://www.observe.ufba.br/noticias/exibir/129
Não são apenas as "santas esposas" que precisam de proteção. Toda mulher ameaçada precisa ter sua vida protegida, simplesmente porque é mulher e está exposta ao machismo.
Eliza não podia ser julgada por ter participado de filmes eróticos, ou por ter tido "affaires" com quantos homens quis. A vida era dela. Errou a Justiça, gravemente, e a polícia, que não a protegeram. Erramos todos nós, que aceitamos deixar de proteger as Elizas do Brasil.
Leia:
As Elizas do Brasil e Suas Mortes Anunciadas
| Cecilia Maria Bacellar Sardenberg | Observe | 11-08-2010 |
http://www.observe.ufba.br/noticias/exibir/129
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